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Textos e Artigos
Cultura: fator de atratividade da empresa

O que torna uma empresa mais atraente para os talentos do mercado? 67% dos presentes na palestra “Identidade, valores e liderança: pilares da atração de talentos” responderam a marca e outros intangíveis que incorporam valores e processos de gestão de uma empresa. Marcelo Arantes, vice-presidente de Pessoas e Organização da Braskem, compartilha a mesma opinião e explicou porque na sua apresentação no 36º Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas.


Hoje, o mundo demonstra maior preocupação com questões como a sustentabilidade, a prática da ética, o zelo pelos direitos humanos e o cuidado com o meio ambiente. Tais assuntos estão em pauta, as pessoas dão grande peso a eles e, para Arantes, em um futuro próximo eles serão indicadores para medir se uma empresa é ou não boa para se trabalhar. “Cada vez mais os valores de uma organização estão associados aos valores de seus colaboradores”, explica.


Diante disso, a cultura de uma empresa se torna cada vez mais relevante. Ela deve estar definida, bem estruturada e ser de fato praticada. E isso ajuda, inclusive, em momentos de incertezas, como por exemplo com a chegada da Geração Y. Quando os mais novos começaram a ganhar espaço no mercado, algumas organizações se sentiram perdidas, passando a discutir uma possível mudança no seu DNA. Arantes, no entanto, questiona: “Você mudaria a cultura da sua empresa a cada nova geração? A ideia é você trazer profissionais que tenham a mesma cultura que a sua empresa, pois se você muda a cada geração perderá sua identidade”.


Em suma, o palestrante defende que é a base de toda organização é a sua cultura, exposta de forma sólida e clara. Com ela as empresas são capazes de passar por momentos de dificuldades e incertezas, e conseguem se tornar atrativas aos olhos dos talentos.

Fonte: voce sa rh

 
Palmas para quem merece
Ao ajustar sua avaliação de desempenho, a consultoria PricewaterhouseCoopers premiou quem de fato estava acima da média

Por Maurício Oliveira

As avaliações de desempenho da consultoria PricewaterhouseCoopers estavam cada vez mais “generosas”, até o ponto em que 70% dos funcionários tiveram a performance classificada como acima da média. A evidente distorção começou a causar uma série de problemas — entre eles a insatisfação da supervalorizada equipe com a remuneração e as demais formas de reconhecimento. Para ajustar as expectativas com a realidade, a área de recursos humanos da Price se reuniu com vários líderes e redimensionou o processo de avaliação de desempenho.

O DESAFIO
A subsidiária brasileira da PricewaterhouseCoopers dobrou de tamanho nos últimos cinco anos, passando de 2 000 para quase 4 000 funcionários. Apesar do ambiente de motivação, um dado da pesquisa de clima incomodava a área de RH: o nível de satisfação com o salário e outras formas de recompensa. A aprovação do time com esse item estava caindo ano a ano, embora os padrões adotados pela consultoria fossem considerados competitivos, até mesmo agressivos. “Os índices de insatisfação nos itens salário e recompensas estavam beirando os 80%, quando o limite considerado tolerável pelo mercado é 60%”, lembra o diretor corporativo de recursos humanos, Antonio Salvador.

A SOLUÇÃO
A primeira ação foi identificar o motivo da insatisfação da equipe com os salários e o reconhecimento. Havia duas hipóteses: ou a prática da empresa nesses quesitos estava abaixo da média de mercado ou a expectativa dos funcionários estava mais alta do que deveria. Foi a essa segunda interpretação que os gestores de recursos humanos chegaram ao apurar os resultados da avaliação de desempenho do ciclo entre julho de 2007 e julho de 2008, produzida de forma descentralizada, pelos líderes de cada área. Nada menos que 70% dos profissionais da casa haviam sido classificados como tendo desempenho acima da média. “Não há negócio que consiga remunerar de forma diferenciada sete de cada dez colaboradores”, diz Salvador. Muitos funcionários estavam insatisfeitos justamente porque vinham sendo bem avaliados e não recebiam qualquer vantagem financeira em troca. Ficou claro que era preciso redimensionar o processo de avaliação de desempenho para fazer com que o termo “acima da média” voltasse a fazer sentido na empresa. Salvador foi a cada um dos 16 escritórios no Brasil e, ao longo de 45 reuniões, conversou com quase 300 gerentes, sócios e diretores para criar novos patamares de performance e estabelecer critérios claros para o alinhamento em cada patamar. Foi estabelecida uma curva de referência para a divisão por faixas: 10% com alta performance, 35% acima da expectativa e 55% dentro do esperado ou abaixo da expectativa.

Dessa forma, tornou-se de conhecimento geral que o adequado seria enquadrar na alta performance apenas um entre cada dez colaboradores, em média. Ficou também definido o significado da expressão alta performance. “É o profissional que consistentemente e de forma excepcional excede as expectativas durante o ano corrente e sempre contribui além do esperado para a sua categoria”, diz Salvador. Em termos quantitativos, isso significa entregar resultados muito superiores aos acordados e em relação aos seus pares. Além disso, o profissional acima da curva é aquele reconhecido como modelo na organização e referência na demonstração das competências. Ou seja, é diferente daquele que apenas faz bem o seu trabalho.

A fase seguinte exigiu uma estratégia cuidadosa de comunicação: cada funcionário seria apresentado ao resultado da avaliação, momento em que 27% do quadro da empresa seria confrontado com a queda de patamar – quase 1 100 profissionais deixariam de ser reconhecidos como excepcionais. “Foi fundamental deixar claro tudo o que estava acontecendo e quais critérios estavam sendo adotados”, lembra Salvador. Ele garante que a maior parte da equipe compreendeu e concordou com a situação. “Mais de 80% dos nossos profissionais têm graduação e 35%, pós-graduação. Eles têm preparo e bom senso para perceber a pertinência do que estava sendo feito”, acrescentou.

O RESULTADO
Após as novas definições, o resultado se aproximou naturalmente da curva de referência: 9% foram classificados como tendo alta performance, 34% ficaram acima da expectativa, 52% dentro da expectativa e 5% abaixo do esperado. O bolo de remuneração flexível, portanto, passou a ser dividido por um número menor de colaboradores. Mesmo com a queda no número de agraciados com a remuneração variável, na pesquisa concluída em julho de 2009, o índice de satisfação com o salário subiu para 30% e com a diferenciação de alta performance, para 35% – aumento de 12 e 15 pontos percentuais, respectivamente, em relação à pesquisa anterior. Na próxima avaliação de desempenho, o objetivo é ampliar o número de pessoas envolvidas no processo, de 300 para, pelo menos, 500. “A ideia é que os funcionários tenham cada vez mais a sensação de justiça ao tomar conhecimento do resultado”, explica o diretor de recursos humanos.


RAIO X PRICEWATERHOUSECOOPERS
NEGÓCIO:
prestadora de serviços profissionais, especialmente de consultoria e auditoria
NÚMERO DE FUNCIONÁRIOS NO BRASIL: 3 985
FATURAMENTO NO BRASIL NO ANO FISCAL 2009: R$ 770 milhões
SEDE NO BRASIL: São Paulo (SP)

fonte: http://revistavocerh.abril.com.br/noticia/melhoresp/conteudo_533051.shtml

 
Até que ponto o dinheiro motiva ou não as pessoas

Um dos grandes dilemas que aflige as organizações empresariais de um modo geral tem sido responder ao seguinte questionamento: O que e como fazer para manter e/ou aumentar os níveis de motivação dos profissionais? Talvez, neste contexto, uma segunda pergunta seja pertinente: Por que algumas pessoas são motivadas e outras não?

Muitas empresas e, consequentemente seus líderes, se deixam levar de forma enganosa pela crença de que o dinheiro é um elemento motivador. Pior, algumas acreditam que se as pessoas ganhassem mais, iriam naturalmente aumentar o comprometimento com o trabalho, otimizando a produtividade e tornando-se mais motivadas. Nada mais ilusório!

Para que possamos compreender mais claramente o binômio: motivação e dinheiro,  precisamos primeiro entender que motivação é um estado mental. Isto significa dizer que o comportamento denominado motivação é a expressão no mundo físico de uma percepção neurológica em que um conjunto de emoções específicas, que podemos significar como positivas, está preferencialmente se manifestando na mente de um indivíduo.

Resumindo a prosa, motivação é algo intrínseco, que necessariamente parte de dentro da pessoa, nunca de fora. Isto posto, podemos concluir facilmente que dinheiro não motiva ninguém, pois trata-se de um elemento extrínseco, ou seja, parte de fora, é externo. Conclusão: Apego ao dinheiro não é motivação.

Aproximadamente 20 anos atrás, um sociólogo americano chamado Philip Slater publicou uma importante crítica sobre a obsessão ocidental pela riqueza. Segundo sua teoria, que encontra respaldo em muitas correntes filosóficas, a ideia de que todos querem dinheiro é propaganda veiculada por aqueles que são apegados à matéria, especialmente ao dinheiro.

Apoiados neste artigo, os Doutores Tim Kasser e Richard Ryan realizaram estudos em 13 países diferentes, no qual comparavam pessoas cuja “motivação” central na vida era fazer dinheiro com outras que não priorizavam esse foco. Conclusão emitida por eles em seu relatório final de pesquisa: “Quanto mais procuramos satisfações em bens materiais, tanto menos as encontramos.” Entre os obsessivos pelo dinheiro, muito mais comum são estados mentais como: baixa autoestima, ansiedade, insatisfação permanente, depressão, sensação de vazio existencial. E mesmo para aqueles que conseguem encontrar satisfação na conquista do dinheiro, esta sensação dura muito pouco, é fugidia.

Fica claro, portanto que, pessoas que são mais materialistas tendem a se sentirem infelizes com suas próprias vidas. O dr. L. Michael Hall confirma: “Ganhar dinheiro exclusivamente para ter mais dinheiro não enriquece nossa experiência interior de vida, nem nos dá mais qualidade de pensamento e sentimento.”

O que motiva os profissionais nas empresas?

Definitivamente não é o dinheiro que motiva as pessoas a trabalharem mais e melhor, e, mesmo que haja algum nível de melhoria comportamental e profissional em função de recompensa financeira, trata-se de algo volátil e passageiro. Dedução: o estímulo precisa ser repetido para que o comportamento motivado seja mantido, ou seja, é necessário mais dinheiro.

Nesse caso, quando isso acontece, a liderança percebe fácil e rapidamente que se trata de uma estratégia equivocada e pouco eficaz. Muitas empresas e até mesmo profissionais, em pleno século 21, ainda acreditam que o “principal” contrato que celebram entre si é a troca de trabalho por dinheiro. E talvez seja essa crença o motivo pela qual ainda se percebe em várias organizações o dinheiro como elemento motivador.

Todavia, todas as pesquisas apontam para o fato de que há muitas outras coisas mais importantes na carreira de um profissional do que a remuneração pecuniária, e as empresas que estão conseguindo oferecê-las estão atraindo e retendo os melhores talentos do mercado.

O Great Place to Work (www.greatplacetowork.com.br), empresa de consultoria sediada nos Estados Unidos e com escritórios afiliados em diversos países do mundo, inclusive o Brasil, desde 1980 tem se dedicado a ouvir funcionários e avaliar empregadores de corporações de todo o planeta para entender o que torna um ambiente de trabalho excelente, ou seja, altamente motivador. Uma das perguntas mais respondidas é: “O que os profissionais estão buscando no mercado atual?” Veja as respostas mais comuns:

Respostas  - percentual de participação
Estabilidade no emprego - 4%
Remuneração e benefícios 1 - 4%
Equilíbrio entre vida profissional e pessoal  - 25%
Oportunidade de crescimento e desenvolvimento - 54%
Outros - 3%

Perceba caro leitor, mais de 50% das pessoas buscam oportunidade de crescer e desenvolver-se. Isto significa que os profissionais do século 21 desejam principalmente ‘sentir’ que fazem parte de algo importante, que há uma causa a ser perseguida, e que seu trabalho motivado alavancará o crescimento da organização e oportunizará seu próprio crescimento. Mais do que isto, esses profissionais desejam desenvolvimento pessoal e profissional, ou seja, querem ter a sensação de que estão evoluindo.

Se observarmos os níveis proporcionais de satisfação com o trabalho de cada um desses grupos anteriormente apresentados, podemos ratificar que o dinheiro de fato é secundário para a maioria das pessoas. Se não, vejamos:

Respostas - percentual de participação / satisfação com o trabalho

Estabilidade no emprego - 4% / 61%
Remuneração e benefícios 14% / 65%
Equilíbrio entre vida profissional e pessoal 18% / 83%
Oportunidade de crescimento e desenvolvimento 54% / 89%

Fica fácil evidenciar que as pessoas que buscam crescimento e desenvolvimento apresentam um índice de satisfação bem maior do que aquelas que buscam estabilidade e remuneração.

O que sua empresa pode e deve fazer então?

O grande passo que as organizações empresariais têm dado no sentido de aumentar os níveis de motivação de seus profissionais é criar e desenvolver ambientes de trabalho que mobilizem nas pessoas percepções que atendam as seguintes demandas:

• A empresa oferece de forma clara e sistemática oportunidade de crescimento aos seus colaboradores.
• O trabalho poderá ser conciliado com a vida pessoal, não exigindo dedicação exclusiva que gere distorções em outras áreas da vida.
• Há uma causa a ser perseguida. Tanto missão, quanto visão e valores organizacionais são amplamente difundidos e compartilhados, gerando engajamento e sensação de se fazer parte de algo maior.
• Os gestores são líderes de referência e exercem a liderança sem impor seu poder posicional.
• O relacionamento entre liderança e colaboradores é de confiança.
• O trabalho a ser desenvolvido inspira significado e desperta orgulho.
• O aspecto humano da estrutura é priorizado sempre.
• Há investimento em treinamento e formação continuados.
• O processo de comunicação é claro e transparente, e os acordos são cumpridos.
• A empresa disponibiliza metodologias claras e bem estruturadas de gestão de pessoas e comportamentos.
• A cultura central da organização é focada nas pessoas.

Fica aqui minha sugestão: faça agora uma avaliação criteriosa e identifique como está sua empresa nos critérios aqui apresentados. Se você pudesse dar uma nota para cada um deles em seu processo de gestão de pessoas atual, que nota seria essa?

Profissionais motivados são o sonho de dez entre dez líderes empresariais. Para conquistar esta conduta é preciso que os líderes entendam de forma central que as pessoas se mobilizam verdadeiramente por suas próprias causas e interesses. Encontre uma forma de alinhá-las às causas e interesses do seu negócio e você terá uma equipe de profissionais altamente motivados e comprometidos.

Gerson Rodrigues (Especialista em Marketing de Relacionamento, em Vendas Diretas com ênfase em CRM. Palestrante, consultor e autor do livro: Atendimento Nota 1000, o que fazer para encantar e fidelizar clientes.

HSM Online
12/07/2010

Fonte:
http://br.hsmglobal.com/notas/58300-ate-que-ponto-o-dinheiro-motiva-ou-nao-as-pessoas?utm_source=news_rh_120710&utm_medium=news_rh_120710&utm_content=news_rh_120710_ate-que-ponto-o-dinheiro-motiva-ou-nao-as-pessoas&utm_campaign=news_rh_120710

 
Coaching: banalização prejudica a aplicação de ferramenta em empresas

Consultora fala sobre o uso do Coaching e cita cinco atitudes para auxiliar o desenvolvimento de metas organizacionais e profissionais

Termo muito difundido nos últimos anos, forte ferramenta para a capacitação de profissionais de variados segmentos e níveis, o Coaching tornou-se fundamental para empresas, empresários, executivos e equipes que buscam alinhar estratégias e crescer em determinada área, profissão, ou, mesmo, conquistar mercado.

Antes das empresas ou profissionais fazerem uso desta técnica é preciso saber exatamente quais são os objetivos da organização ou do profissional em questão. O papel do coach é de facilitador na busca pela realização das mudanças necessárias. Potencializando suas escolhas e contribuindo para melhorar o desempenho diante de determinadas situações.

De acordo com o Relatório Final do Estudo de Cliente Global de Coaching da International Coach Federation (ICF – Federação Internacional de Coaching), as empresas que utilizaram (ou ainda utilizam) o coaching profissional por motivos comerciais obtiveram um retorno médio sobre o investimento sete vezes maior. Já nos casos dos clientes individuais, o retorno médio foi de 3,44 sobre o investimento.

Existem diversos modelos para a realização de coaching na área profissional. Para cada objetivo o coachee (cliente) é estimulado a traçar uma linha estratégica. No caso de um profissional almejar desenvolver certas habilidades, aperfeiçoar sua carreira em determinados aspectos ou buscar uma nova colocação profissional em sua área de atuação, é possível chegar a um resultado de metas em poucas sessões.

Exercer esta atividade dentro de empresas e junto aos profissionais dos mais variados níveis hierárquicos não é tarefa fácil. A banalização deste conceito complica ainda mais o trabalho dos profissionais compromissados, já que muitos aproveitadores ‘vendem’ o serviço sem saber executá-lo da forma adequada. Em muitos casos, as pessoas confundem este trabalho com terapia ou aconselhamento, o que é muito errado.

Cinco atitudes valiosas podem auxiliar muito os profissionais e empresas a traçarem suas metas e tentar idealizá-las, são elas:

1 - Estabelecer metas é essencial: parte dos fracassos na realização do coaching ocorre pela falta de escrever as metas e as datas que as mesmas devem ser alcançadas.

2 - Não deixe seu passado interferir nesta nova fase: como em diversas fases da vida, a ‘sombra do que passou’ pode interferir nas conclusões de algumas tarefas. Esqueça a zona de conforto.

3 - Como o maior beneficiário do processo será você, a responsabilidade é sua: muitos desejam ter sucesso na vida profissional e particular, porém, se por alguma razão a realização não for por completa, justificará que fatores externos o impediram. Isso é errado.

4 - Planeje os resultados esperados para o período escolhido: todos os dias visualize seu objetivo principal. Se o processo for longo, estabeleça etapas para serem cumpridas.

5 - Nunca pare de aprender: conhecimento aplicado à prática no dia a dia é fator crítico de sucesso para qualquer área ou objetivo. Ouse tentar acertar e errar. Lembre-se que existem diversos caminhos para chegar a determinado resultado, no coaching você é responsável por descobrir a rota mais apropriada

Roberta Yono Ebina (Consultora associada da Muttare, consultoria de gestão, fundada em 2002 - www.muttare.com.br. Roberta conduz treinamentos de construção de time e programa de formação de liderança e é qualificada em MBTI e processo de Executive Coaching).

HSM Online
11/08/2010

 
Compartilhando a administração dos negócios

Reportagem com a diretora da Equilibrium da revista Bens & Serviços da Fecomércio - RS de abril de 2010

Para ler mais: Edição 60 página 36 http://revista.fecomercio-rs.org.br/

 
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